sábado, 7 de maio de 2011

Pimenteira.

A tarde desocupada deste sábado ensolarado provocam-me a ociosidade.
Escolho as teclas para praticar a 'vagabundagem do pensamento'.

Chego em casa e o silêncio predomina.
Deslizo até o escritório e ligo o PC e a TV.
Recebo @mails. Abro somente o do Climatempo.
Tempo bom é previsto.
Na TV ouço, e vejo o que me interessa.
Justamente a audição me trouxe a inspiração.
Pimenteira.

O programa era sobre um fato sobrenatural que ocorreu na década de cinqüenta.
O cenário era na Rua Demétrio Ribeiro. Lembro da rua simpática, com calçadas guardadas por arbustos e canteiros. Felizmente ninguém morreu neste episódio.
Mas no apartamento ‘amaldiçoado’ da Demétrio, houve inexplicáveis fatos; vidros quebrados, louças partidas, lâmpadas autônomas e fogões que acendiam por si.

Eu assistia o documentário, entre o curioso e o descrédito.
Mas um depoimento me inspirou:
‘Naquele apartamento, uma pimenteira não durava sete dias...’.

Imediatamente lembrei da minha pimenteira!
Busco a planta que está escondida pela tela deste notebok.
Uma fração de segundos criam o suspense:
Como estará minha pimenteira?
Ufa!

Assim que baixo a tela do note vejo uma planta vigorosa.
Folhas fortes e frutos saudáveis!
Mas não satisfeito busco no Google para conferir o resultado para pimenteira.
Escolho aquele que relata vínculo com proteção energética de ambiente:
http://www.terra.com.br/esoterico/fengshui/colunas/2004/04/15/000.htm

‘Todos nós estamos sujeitos a ataques de energias negativas, oriundas de várias pessoas, por motivos fúteis e perigosos. Por exemplo, seu chefe acha você mais competente que ele, logo tem medo que você o tire o emprego dele. Pode ser a sua amiga solteira que tem inveja de seu relacionamento (isto se ela não estiver afim seu marido ou namorado). Pode ser aquele vizinho ou parente riquíssimo, mas pobre de espírito, com inveja de você que é rico de espírito e de bem com a vida. Pode ser uma pessoa negativa, de mal com a vida, azarada e, que tem inveja de pessoas felizes, trabalhadoras e bem-sucedidas.’
Penso que até se pode acreditar na missiva acima. Mas tenho dificuldade em aceitar.
Minha citação preferida para as ocasiões que se sugere mal-olhado é:
‘Praga de urubu não mata cavalo gordo!’
Mas tem outra que gosto muito, e respeito:
‘Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay!’

Por precaução carrego São Jorge pendurado no pescoço, e assim reforço a Fé em mim e naqueles que me conduzem.

Termino meu devaneio nesta tarde desocupada, pensando na força de minha Fé.
Se você quiser, ou puder, pense no tema.
In God we must be trust.
Fé!

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