Hoje o sol iluminou como sempre a árvore rodeada do canteiro.
Companheiros dos momentos de ócio. Talvez excesso de tédio
Enfim, meu tempo para um cigarro. Junto da árvore.
Procuro tempo suficiente para assimilar o impacto do Caranhoto.
Mesmo sabendo ter que deixar estes tempos passarem.
Tempos de mídia. Coisas do Caranhoto.
Um dos mais procurados na Feira.
O mais entre os dez em Passo Fundo.
O meu Caranhoto chegou lá!
Fecham-se parenteses. A Vida continua!
Então eu volto a escrever neste meio virtual.
Assim, eu volto nestas teclas para concordar com Sartre:
Não importa o que a vida fez Para mim.
Mas sim o quê Eu faço com isso que a Vida me Fez.
Eu lancei Caranhotos para o mundo.
Consegui o êxtase.
Transmitir emoções à aqueles que leram.
Somente quando se escreve a verdade.
Ou o mais próximo dela pode-se convencer.
Aqueles que leem.
Assim, meu recado de hoje é:
Vivamos a Vida na
Plenitude de Possibilidades
Que Ela se mostra!
Volto neste blog
Com o mesmo sentimento de entonte.
Fui, vi, e venci.
Graças a Deus!
Caranhoto
Dizem que os conflitos humanos se resumem em nascer, viver e morrer. Porém, viver é o grande conflito. A grandeza de viver é a postura do ser ante a vida e seus limites. Caranhoto leva o leitor por uma vida marcada com tragédia.Alguns transformam dores em terríveis sofrimentos. Outros preferem debochar da cara amarga da vida, e rir com tudo, apesar de tudo.O texto tem humor judáico, aquele que sabe rir de si mesmo.Walmor Santos.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Datas que marcam.
Hoje comemora-se o Dia do Escritor.
Sei que provavelmente jamais esquecerei desta data.
Não por que me considere um escritor, mas sim porque coincidentemente, agora à pouco lacrei o envelope do SEDEX que levará meu contrato assinado para a publicação de dois mil Caranhotos.
Certamente, um momento que não esquecerei.
Momentos inesquecíveis são aqueles que contam aofinal das nossas vidas.
Acho que deve ser uma daquelas famosas cenas dos segundos finais que passamos nossas vidas em revista.
Vá em Paz Caranhoto!!
Sei que provavelmente jamais esquecerei desta data.
Não por que me considere um escritor, mas sim porque coincidentemente, agora à pouco lacrei o envelope do SEDEX que levará meu contrato assinado para a publicação de dois mil Caranhotos.
Certamente, um momento que não esquecerei.
Momentos inesquecíveis são aqueles que contam aofinal das nossas vidas.
Acho que deve ser uma daquelas famosas cenas dos segundos finais que passamos nossas vidas em revista.
Vá em Paz Caranhoto!!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Não sou feito de homem nem de animal. Talvez mineral buscando um estado menos bruto.
Hoje, enquanto voltava para casa, o carro da minha frente era um SUV. Placa de Caete, MG. Gosto de pensar que eles estão cruzando pela cidade. Diferentemente de mim, que apenas estou retornando para casa. Sei que isso é um claro sintoma de falta de férias. Hoje, num breve café com o Preto, falei disto: Férias. Mas não posso agora.
Férias combina com tempo para descanso, novas descobertas, e aventuras. Tenho vários 'nós' para desfazer antes de sentir-me pronto para tirar férias
Mas com o calor de hoje, parece que o clima debochou da minha situação.
O termômetro do carro marcava 22º às 18 horas. Enquanto sigo o SUV, penso no vento morno que deve estar soprando na praia de Itapuã. Ou nas calçadas ainda quentes de Copacabana. Ah! Que saudades de um check in de aeroporto...
Sei que é tempo de inverno. Este calorzinho não me engana. O rigor do minuano e a aspereza da geada ainda estão por ai, à nos espreitar. Mas como canta Chico Buarque...' Apesar de você, amanhã há de ser um novo dia.'.
Abro o portão da garagem para estacionar o carro. O calor quase morno, e enganador fica na rua. Agora é só a frieza dos espaços do edifício. Tempo para refletir enquanto o termômetro despenca e o sol se esconde.
Um pouco assim, como escreveu Carlos Mundi, na página 34 da Zero de hoje, é que devo pensar. O inverno é época para buscar um estado menos bruto.
Férias combina com tempo para descanso, novas descobertas, e aventuras. Tenho vários 'nós' para desfazer antes de sentir-me pronto para tirar férias
Mas com o calor de hoje, parece que o clima debochou da minha situação.
O termômetro do carro marcava 22º às 18 horas. Enquanto sigo o SUV, penso no vento morno que deve estar soprando na praia de Itapuã. Ou nas calçadas ainda quentes de Copacabana. Ah! Que saudades de um check in de aeroporto...
Sei que é tempo de inverno. Este calorzinho não me engana. O rigor do minuano e a aspereza da geada ainda estão por ai, à nos espreitar. Mas como canta Chico Buarque...' Apesar de você, amanhã há de ser um novo dia.'.
Abro o portão da garagem para estacionar o carro. O calor quase morno, e enganador fica na rua. Agora é só a frieza dos espaços do edifício. Tempo para refletir enquanto o termômetro despenca e o sol se esconde.
Um pouco assim, como escreveu Carlos Mundi, na página 34 da Zero de hoje, é que devo pensar. O inverno é época para buscar um estado menos bruto.
domingo, 22 de maio de 2011
Ausência
A ausência é a falta que sentimos de algo que está ocupando outro espaço.
Assim eu estou...
Ocupando outro espaço.
Agora deveria estar na cama, mas me comprometi com este espaço, então o ocupo.
Tenho saciado minha vontade pela escrita com a revisão do meu livro.
Confesso que, se não for desta vez que farei a revisão definitiva, irei deletar tudo!
Não aguentaria mais lêr, reescrever, e re-lêr....
Não sou nem perto um Graciliano.
Mas desta vez acho que vai terminar este ciclo Caranhoto.
Escrevi um artigo sobre acessibilidade que saiu no jornal da semana passada.
E terça participarei de um programa da TV UPF sobre o mesmo tema....
Bem....
Assim termina este meu encontro com este blog...
Reservei onze minutos para ele...
Agora desocupo estas teclas para ocupar meu lugar no leito.
Assim eu estou...
Ocupando outro espaço.
Agora deveria estar na cama, mas me comprometi com este espaço, então o ocupo.
Tenho saciado minha vontade pela escrita com a revisão do meu livro.
Confesso que, se não for desta vez que farei a revisão definitiva, irei deletar tudo!
Não aguentaria mais lêr, reescrever, e re-lêr....
Não sou nem perto um Graciliano.
Mas desta vez acho que vai terminar este ciclo Caranhoto.
Escrevi um artigo sobre acessibilidade que saiu no jornal da semana passada.
E terça participarei de um programa da TV UPF sobre o mesmo tema....
Bem....
Assim termina este meu encontro com este blog...
Reservei onze minutos para ele...
Agora desocupo estas teclas para ocupar meu lugar no leito.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
WC com acessibilidade. Básico!
Hoje pela manhã não fui trabalhar.
Tive um compromisso particular.
Coisas raras.
Não ir trabalhar, e ter um compromisso particular.
Visitei a associação dos deficientes com a intenção de convidar o presidente.
Haverá uma mesa redonda na Rádio Diário da Manhã para discutir acessibilidade.
Convidei-o em nome do Partido Verde.
O Preto me autorizou.
Senti-me honrado.
Quase todas têm seus destinos pelas escolhas que fizeram. Mas um Portador de Necessidades Especiais não fez escolha. Aconteceu!
Comigo foi assim.
Mas tão pouco me sinto como os que eu vi; tomando chimarrão, fumando no pátio, ou navegando na internet. Senti-me longe daqueles tipos meio ‘à toas’.
Eu estava lá, mas meu trabalho me cobrava.
Botei na balança e entendi que devia trabalhar com eles.
Tenho consciência plena que seus estados não são desejos. É condição!
Poderei incorporar Dom Quixote, ou talvez um decepcionado.
Meu primeiro objetivo é que se tenha um banheiro público adaptado.
Na Praça Marechal Floriano.
Nunca se sabe...
sábado, 7 de maio de 2011
Pimenteira.
A tarde desocupada deste sábado ensolarado provocam-me a ociosidade.
Escolho as teclas para praticar a 'vagabundagem do pensamento'.
Chego em casa e o silêncio predomina.
Deslizo até o escritório e ligo o PC e a TV.
Recebo @mails. Abro somente o do Climatempo.
Tempo bom é previsto.
Na TV ouço, e vejo o que me interessa.
Justamente a audição me trouxe a inspiração.
Pimenteira.
O programa era sobre um fato sobrenatural que ocorreu na década de cinqüenta.
O cenário era na Rua Demétrio Ribeiro. Lembro da rua simpática, com calçadas guardadas por arbustos e canteiros. Felizmente ninguém morreu neste episódio.
Mas no apartamento ‘amaldiçoado’ da Demétrio, houve inexplicáveis fatos; vidros quebrados, louças partidas, lâmpadas autônomas e fogões que acendiam por si.
Eu assistia o documentário, entre o curioso e o descrédito.
Mas um depoimento me inspirou:
‘Naquele apartamento, uma pimenteira não durava sete dias...’.
Imediatamente lembrei da minha pimenteira!
Busco a planta que está escondida pela tela deste notebok.
Uma fração de segundos criam o suspense:
Como estará minha pimenteira?
Ufa!
Assim que baixo a tela do note vejo uma planta vigorosa.
Folhas fortes e frutos saudáveis!
Mas não satisfeito busco no Google para conferir o resultado para pimenteira.
Escolho aquele que relata vínculo com proteção energética de ambiente:
http://www.terra.com.br/esoterico/fengshui/colunas/2004/04/15/000.htm
http://www.terra.com.br/esoterico/fengshui/colunas/2004/04/15/000.htm
‘Todos nós estamos sujeitos a ataques de energias negativas, oriundas de várias pessoas, por motivos fúteis e perigosos. Por exemplo, seu chefe acha você mais competente que ele, logo tem medo que você o tire o emprego dele. Pode ser a sua amiga solteira que tem inveja de seu relacionamento (isto se ela não estiver afim seu marido ou namorado). Pode ser aquele vizinho ou parente riquíssimo, mas pobre de espírito, com inveja de você que é rico de espírito e de bem com a vida. Pode ser uma pessoa negativa, de mal com a vida, azarada e, que tem inveja de pessoas felizes, trabalhadoras e bem-sucedidas.’
Penso que até se pode acreditar na missiva acima. Mas tenho dificuldade em aceitar.
Minha citação preferida para as ocasiões que se sugere mal-olhado é:
‘Praga de urubu não mata cavalo gordo!’
Mas tem outra que gosto muito, e respeito:
‘Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay!’
Por precaução carrego São Jorge pendurado no pescoço, e assim reforço a Fé em mim e naqueles que me conduzem.
Termino meu devaneio nesta tarde desocupada, pensando na força de minha Fé.
Se você quiser, ou puder, pense no tema.
In God we must be trust.
Fé!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Considerações sobre BullinNada.
O fim do dia leva a jornada do trabalho para casa. Mas antes, o mercado!
Enquanto espero, vejo uma dupla de bikepatrulhas. Inicialmente me chama a atenção de ambos estarem de óculos escuro, apesar de já ser noite. Estes estancam as bikes, e postamo-se junto de um homem sentado no banco do largo em frente. O homem é magro, cabelos pálidos e sebosos; blusa e calça de moleton surrados; chinelos Havaiana.
Observo o patrulheiro que se aproxima do mendigo para aborda-lo. Instintivamente cuido o movimento seguinte do mendigo. Este abre os braços na mimica de '...estou limpo!', e levanta-se. Fica em pé, e sai caminhando.
É clara e evidente sua atrofia de membros inferiores. As calças balançam presas pela cintura. Caminha medindo os passos, e arrastando uma perna. O patrulheiro estanca. Parece não ver ameaça ( ou sentir compaixão?), e desiste da abordagem.
O mendigo poderia acusar o patrulheiro de 'bulling'?
Minha tese é sim. Pois o cidadão foi abordado, em atitude insuspeita. Apenas porque era aparentemente pobre e desocupado. Foi molestado. BullinNado.
'Agosto. Os jornais matinais diziam que o tempo era firme e quente, mas, aparentemente, foi por volta do meio-dia, que alguma coisa excepcional começou a acontecer, e funcionários do gabinete, todos com aquela expressão desesperada de crianças vitimas de bulling, começaram a telefonar para o serviço de meteorologia.' - Truman Capote, 1946.
O termo é antigo. Há tempos habita os dicionários.
'Banha! Quatro olhos! Zarrolho! Pavio de vela! Seco! Gago! Aleijadinho!
É muito comum ter conhecido alguém com estes apelidos. Eu tenho um grande amigo que seu apelido (codinome) era Xuxa. Extremamente loiro; beirando albino. Nesta época a Xuxa estava em alta.
Na infância eu tive um vizinho que chamavam de Zoinho. Era um menino franzino e mau. Talvez por zombarem de seu estrabismo.
Zoinho tornou-se um comerciante bem sucedido. Encontro-o seguidamente na padaria durante meu café-da-manhã. Sempre o cumprimento. Mas não digo seu nome simplesmente porquê não sei. O certo é que Zoinho não é seu nome. Mas certo é que Zoinho sobreviveu!
Minha idade cronológica, nesta era, separa-me de muitas gerações.
Se fosse criança insegura, nestes tempos, andaria com o Código Civil nas axilas. Mas na minha geração, crianças tinham que manter a honra, mesmo que muitas vezes à baixo de tapas e socos.
'Vaca! Senvergonha! Vagabunda! Meretriz!'. Palavras fáceis de se encontrar nas telenovelas. E atitudes de traição, ódio, hipocrisia, e raro afeto. Faz tempo que a TV abriu caminho até as mentes e corações. Mas inúmeras outras formas de comunicação se criaram. Hoje li na Folha on-line que um mendigo foi encontrado cremado. Pouco ainda pode nos comover.
'Para o mundo que eu quero descer' - Raul Seixas.
Este mundo, onde alguns tem milhares de amigos, sem um para o café de uma tarde fria em agosto e sem um abraço no aniversário, mas com centenas de @cartões.
É..!
Para o Mundo que eu quero descer!
Ou vou abrir um processo contra todas as 'bullinações' que já sofri!
E que mal ou bem, forjaram-me a pessoa forte que me construí.
Termino este, com a mais impactante frase que já li:
'El tiempo cura, lo que em vano lá razón procura!'.
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