Hoje, enquanto voltava para casa, o carro da minha frente era um SUV. Placa de Caete, MG. Gosto de pensar que eles estão cruzando pela cidade. Diferentemente de mim, que apenas estou retornando para casa. Sei que isso é um claro sintoma de falta de férias. Hoje, num breve café com o Preto, falei disto: Férias. Mas não posso agora.
Férias combina com tempo para descanso, novas descobertas, e aventuras. Tenho vários 'nós' para desfazer antes de sentir-me pronto para tirar férias
Mas com o calor de hoje, parece que o clima debochou da minha situação.
O termômetro do carro marcava 22º às 18 horas. Enquanto sigo o SUV, penso no vento morno que deve estar soprando na praia de Itapuã. Ou nas calçadas ainda quentes de Copacabana. Ah! Que saudades de um check in de aeroporto...
Sei que é tempo de inverno. Este calorzinho não me engana. O rigor do minuano e a aspereza da geada ainda estão por ai, à nos espreitar. Mas como canta Chico Buarque...' Apesar de você, amanhã há de ser um novo dia.'.
Abro o portão da garagem para estacionar o carro. O calor quase morno, e enganador fica na rua. Agora é só a frieza dos espaços do edifício. Tempo para refletir enquanto o termômetro despenca e o sol se esconde.
Um pouco assim, como escreveu Carlos Mundi, na página 34 da Zero de hoje, é que devo pensar. O inverno é época para buscar um estado menos bruto.
Férias combina com tempo para descanso, novas descobertas, e aventuras. Tenho vários 'nós' para desfazer antes de sentir-me pronto para tirar férias
Mas com o calor de hoje, parece que o clima debochou da minha situação.
O termômetro do carro marcava 22º às 18 horas. Enquanto sigo o SUV, penso no vento morno que deve estar soprando na praia de Itapuã. Ou nas calçadas ainda quentes de Copacabana. Ah! Que saudades de um check in de aeroporto...
Sei que é tempo de inverno. Este calorzinho não me engana. O rigor do minuano e a aspereza da geada ainda estão por ai, à nos espreitar. Mas como canta Chico Buarque...' Apesar de você, amanhã há de ser um novo dia.'.
Abro o portão da garagem para estacionar o carro. O calor quase morno, e enganador fica na rua. Agora é só a frieza dos espaços do edifício. Tempo para refletir enquanto o termômetro despenca e o sol se esconde.
Um pouco assim, como escreveu Carlos Mundi, na página 34 da Zero de hoje, é que devo pensar. O inverno é época para buscar um estado menos bruto.
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